Emisa Construtora
Sindicato Rural de Anápolis
Grupo Vibracom

Sem desenvolvimento tecnológico não existe base industrial de defesa e segurança

Caminho (sem atalho) para vencer o desafio dos desafios do Polo de Defesa e Segurança de Goiás.

Erney de Pina, presidente da Associação Educativa Evangélica, mantenedora da UniEVANGÉLICA e Anastácios Apóstolos, presidente do COMDEFESA-GO e também presidente da Associação Comercial e Indústrial de Anápolis, defendem a conexão empresa e conhecimento acadêmico (na prática) para a formação de profissionais bem preparados para atender as demandas do novo mercado.

Projeto multidimensional e inovador

Indutor de uma nova dimensão de desenvolvimento transcendente às projeções mais otimistas, o Polo da Base Industrial de Defesa e Segurança de Goiás agregará inestimável valor científico e tecnológico em toda cadeia produtiva do parque industrial do Estado. Algo tão majestático como a revolução do agronegócio. Com localização estratégica, logística  interoperacional competitiva, excelente base infraestrutural e atrativo portfólio de incentivos fiscais e econômicos, Anápolis apresenta ao Brasil e à América do Sul um projeto multidimensional e inovador, indexado ao desenvolvimento de pesquisas e tecnologias para a produção, distribuição e manutenção de produtos e serviços para o segmento de defesa e segurança.

Do foguete ao alfinete

Na avaliação do presidente do COMDEFESA-GO, Anastácios Apóstolos, que preside também a Associação Comercial e Industrial de Anápolis, a amplitude deste mercado envolve, por exemplo, proteção balística e blindagem, aeronaves, viaturas, veículos não tripulados, sistemas de comando e controle, alimentos, equipamentos, roupas e armas. Do alfinete ao foguete. Armamento e munição, elétricos e eletrônicos, TI e telecomunicações, equipamentos óticos, vigilância, logística, consultoria, treinamento, pesquisa e desenvolvimento. Das peças dos aviões à barra de chocolate dos pilotos.

Desafio dos desafios

Característica comum a todas as empresas do setor de defesa e segurança, embora pertençam a segmentos produtivos diversos, é o emprego de alta tecnologia e processos produtivos totalmente inovadores. Discorre-se amplamente esta mudança de paradigma na Associação Comercial e Industrial de Anápolis, onde o presidente da AEE, mantenedora da UniEVANGÉLICA, Erney de Pina, destacou que empresa e conhecimento acadêmico precisam se conectar (na prática) para a formação de profissionais bem preparados para atender as demandas do novo mercado.

MVANDERIC – jornalista