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Quem não veio para Anápolis ainda virá

Quem quer mais vem para Goiás. Direto para Anápolis. Quem não veio para Anápolis ainda virá. Estrategicamente, nenhum lugar do Brasil seria melhor para a Hypermarcas, que comprou a Neoquímica, e para a Pfizer, que associou-se à Teuto.

A partir da aquisição da Neoquímica, em 2010, a Hypermarcas, maior empresa de bens de consumo e medicamentos do país, transferiu todo o seu complexo farmacêutico para uma planta com 100 mil m² de área coberta, localizada no Daia, onde produz 6,5 bilhões de comprimidos por ano e detém a mais completa gama de produção de diferentes formas farmacêuticas de produtos do mercado.

Prescrita como um remédio amargo, a reestruturação da Hypermarcas transformou-se em superpoderoso revigorante, que consolidou um crescimento orgânico acima das expectativas da transferência de 22 fábricas do Brasil para o Estado de Goiás.

A norte-americana Pfizer adquiriu o Laboratório Teuto, instalado no Distrito Agroindustrial de Anápolis e pagou, em 2010, R$ 400 milhões, quantia equivalente a 40% da negociação. Os outros 60% serão pagos até 2019. O valor total,vai depender da geração de caixa, nos próximos cinco anos. A estimativa é de algo em torno de R$ 3 bilhões.

Instalado numa área de 1 milhão de metros quadrados, com 110 mil metros quadrados de área construída, o Laboratório Teuto/Pfizer possui mais de 700 apresentações de medicamentos, entre genéricos – que já representam 50% da linha – genéricos de marca (similares), MIPs (medicamentos isentos de prescrição), linha hospitalar, fitoterápicos, suplementos alimentares e cosméticos. Além da excelente atuação no mercado nacional, o Teuto exporta para América Central, América do Sul, África, Oriente Médio e Portugal.

30% DA PRODUÇÃO BRASILEIRA
A geração aproximada de 1.2 bilhões de unidade farmacotécnicas embaladas em caixas de medicamentos para o consumidor final, em Anápolis, representa 30% da produção nacional

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