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Polo de desenvolvimento regional com visão internacional

A integração entre rodovias, ferrovia e aeroporto, através da PLMG, vai colocar Goiás na rota de uma porção ainda mais significativa das exportações e importações brasileiras e consolidará Anápolis como polo estratégico do continente sul-americano e centro importador e exportador para todo o País e várias partes do mundo.

Com o início das operações da Ferrovia Norte-Sul, da Plataforma Logística Multimodal e do Aeroporto de Cargas de Anápolis, não há dúvidas de que os índices de Anápolis, nas importações e exportações, alcançarão crescimento significativo. É uma dedução um tanto lógica, mas oportuna. A busca de mercados estratégicos, como o Centro-Oeste do Brasil, deverá aumentar, também, de forma surpreendente, o volume de investimentos estrangeiros na região e, consequentemente, em Anápolis, por conta de sua localização estratégica e de seus diferenciais estruturantes e competitivos.

Na rota de investidores, Anápolis vai girar a engrenagem de uma poderosa logística, onde locomotivas de larga bitola e gigantescos aviões  380, DC-10 e Boeing 747 (Jumbo), as maiores máquinas voadoras do mundo, darão suporte às importações e exportações, via Porto Seco Centro-Oeste. Por conta da Ferrovia Norte Sul e da Plataforma Logística de Goiás, o tripé localização estratégica, operacionalidade e baixo custo motivará investimentos na grande extensão agrícola do Centro-Oeste e da Amazônia, com reflexos na economia de Goiás e de Anápolis.

Países como a China, maior comprador de soja e minério de ferro produzido no País, querem ser protagonistas, também, na produção, especialmente no setor do agronegócio, incluindo fertilizantes. A China nunca teve tanta pressa para se instalar no País, de olho no agronegócio, com US$ 25 bi no baú – quase R$ 60 bí – o equivalente a cinco vezes o PIB de Anápolis ou aproximadamente a metade o PIB de Goiás.

Tudo o que os países ricos buscam está no portfólio de vantagens de Anápolis: Daia, Porto Seco Centro-Oeste, Plataforma Logística Multimodal, Aeroporto de Cargas e terminais rodoviário e ferroviário articulados no centro geográfico do Brasil. A criação de um grande corredor de produção e exportação em uma imensa região agrícola no Centro-Oeste e Norte do Brasil, nos trilhos da FNS, dará impulso às exportações de Goiás e aquecerá a economia de Anápolis.

Além de favorecer a integração nacional, através de um conceito de logística tanto rápido e eficiente quanto seguro e econômico, a operação do aeroporto de Anápolis vai eliminar os gargalhos de outras regiões e pode ser transformado num hub, nos moldes dos chamados “aeroportos-cidade”, ou aerotrópolis, bem gestados e operados pela iniciativa privada.