CCA MOTOS
ABIMDE
Urban

Anápolis Centro Estratégico da Defesa Nacional

Centro Estratégico da Defesa Nacional, sede da Ala 2, a mais importante unidade da Força Aérea Brasileira, que será a base operacional dos caças Gripen NG, Anápolis localiza-se a 130 km de Brasília (Capital Federal) e se estrutura para a implantação de um Polo de Defesa que (uma vez consolidado) reunirá empresários do setor, representantes da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, assim como de instituições de ensino e pesquisa, poder público e entidades estratégicas, com o principal objetivo de atuar em parcerias no Setor de Defesa e Segurança, além de promover o acesso a mercados para as empresas componentes do APL.

Aeronáutica e Exército: segurança total à Capital Federal

Localizada em ponto estratégico da defesa do espaço aéreo do Brasil, especialmente da Capital Federal, Anápolis está a 240 km de Formosa, cidade que abriga o  6º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes e Campo de Instrução do Exército Brasileiro (6º GLMF),  especializado em mísseis e foguetes, destinado a operar o Astros 2020. A presença dessas unidades já demonstra a demanda  de uma indústria especializada na região. Além da localização estratégica e de referenciais e diferenciais estruturantes, a apenas 1.300 km de 75% do PIB do Brasil, Anápolis acrescenta ao seu potencial competitivo um atrativo portfólio de incentivos fiscais.

Defesa do espaço aéreo do Brasil a partir de Anápolis

Para cumprir sua missão, a Ala 2 será constituída basicamente por esquadrões aéreos, além de grupos, esquadrões e esquadrilhas especializados em manutenção de aeronaves, suprimento de aviação, armamento aeronáutico e segurança e defesa. São 15 Alas, sediadas nas seguintes localidades: Anápolis, Belém, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Canoas, Galeão, Manaus, Natal, Santa Cruz, Santa Maria, São Paulo, Porto Velho, Recife e Salvador. As Bases Aéreas de Fortaleza, Santos, Florianópolis e Afonsos.

Anápolis integrará as operações dos caças Gripen NG B

Os caças GRIPEN NG, que substituirão os atuais modelos F5, utilizados pela Força Aérea Brasileira, terão como base principal a Ala 2, Centro da Defesa do Espaço Aéreo Brasileiro. A criação da Ala 2  marcou a desativação da Base Aérea de Anápolis (BAAN), com 38 anos de história. Além dos esquadrões Guardião (2º/6º GAV) e Jaguar (1º GDA), que já operavam na organização, o esquadrão Carcará (1º/6º) foi deslocado de Recife para compor a Ala 2.

Centro Integrado de Defesa e Controle de Tráfego Aéreo

Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) é cada uma das unidades da Força Aérea Brasilia que executam as atividades de controle do tráfego aéreo comercial e militar, vigilância do espaço aéreo e comando das ações de defesa aérea no Brasil.

Mais importante unidade da Força Aérea Brasileira

Ala 2 prepara-se para a execução de um amplo conjunto de obras  enquanto aguarda o recebimento das dez primeiras unidades do caça inteligente supersônicos Gripen, substitutos dos Mirage, desativados pela FAB em 2013. Segundo O coronel aviador Francisco Bento Antunes Neto, comandante da Ala 2, das 36 aeronaves Gripen adquiridas pelo Brasil, as dez primeiras deverão chegar a Anápolis em 2021 e, as demais, até 2024. “Já estamos trabalhando em um amplo processo de obras que começa a ser executado no ano que vem, visando o recebimento dessas dez primeiras aeronaves”.
A unidade de Anápolis será mesmo ampliada para abrigar os caças inteligentes Gripen. Essa ampliação faz parte de um processo de reestruturação que prevê a otimização de seus serviços, com a chegada de novos esquadrões da FAB para serem incorporados a ALA 2. “Em janeiro passado, recebemos o primeiro esquadrão, vindo de Recife, iniciando o processo de ampliação da ALA 2”, acrescentou o comandante. Esse foi o primeiro de seis grupos de aviação que virão para Anápolis, previstos no processo de reestruturação da FAB.
O coronel aviador Francisco Antunes explicou que nesse processo de reestruturação as bases aéreas foram substituídas pelas ALAs, consideradas organizações militares voltadas para a área operacional, diferente das bases que são de caráter administrativo. “A unidade de Anápolis acabou sendo promovida com essa reestruturação”, garante o comandante da ALA 2 afastando o receio de segmentos da sociedade de que ela seria esvaziada com essa modificação.
Para ele, essa reestruturação foi boa para a unidade local da FAB e, também, para Anápolis. De acordo com o comandante, por ser a base de operação dos novos caças o seu contingente de pessoal será aumentado com a chegada de mais cinco novos esquadrões que virão para Anápolis.

Ala 2 é uma organização militar dentro da Base Aérea

Apesar da mudança de denominação para ALA 2, o coronel aviador Francisco Antunes afirmou que o que ele qualifica de “marca Base Aérea de Anápolis permanece. Ela é um sítio com 1.600 hectares e toda essa área se chama Base Aérea, mas lá dentro temos diferentes organizações militares e uma delas é a ALA”, explicou.
Ele confirmou que a unidade continuará sendo responsável pelo espaço aéreo entre Anápolis e Brasília e que esse trabalho continuará sendo feito pelos caças F-5, aeronaves de fabricação norte-americana modernizada pela Embraer, considerada a espinha dorsal da aeronáutica brasileira. “Nesse processo de implantação do novo caça Gripen, o serviço de defesa aérea continuará sendo feito pelos caças F-5”, afirmou.
O comandante da ALA 2 reconheceu que a entrega dos novos aviões é um processo demorado, por causa da necessidade de transferência de tecnologia. Segundo ele, a proposta de transferência de tecnologia sueca superou as demais, beneficiando várias indústrias brasileiras que hoje estão participando da construção de parte do lote de 36 exemplares encomendada pelo Brasil. “Esse é o motivo de os primeiros caças serem entregues somente em 2021”, acrescentou, revelando que além da Embraer, outras indústrias aéreas estão se beneficiando desse processo de transferência de tecnologia, com o envolvimento de muitos engenheiros e técnicos.

Mirage III sai de cena depois de 40 anos

Por questões estratégicas, foi decidido que a nova base seria construída nas proximidades de Brasília e os F-103 destinados primordialmente à defesa da capital do país. Assim, após vários estudos (incluindo questões de tráfego aéreo e interferências de rádio) a escolha acabou recaindo sobre a cidade de Anápolis situada a 160 Km de Brasília, não só pela sua localização estratégica, mas também pela sua estrutura.

A construção das instalações começou em 9 de fevereiro de 1970 e a base tornou-se operacional em 23 de agosto de 1973, com a conclusão da pista de pouso. Um nova unidade aérea, especialmente criada para operar os F-103, foi então ativada: a 1ª Ala de Defesa Aérea, ou 1ª ALADA. Essa unidade foi desativada em 19 de abril de 1979 transferindo sua missão para o 1º Grupo de Defesa Aérea, 1º GDA, unidade responsável pela operação dos F-103 até 2005.Quando então em 2006 passou a operar os mirage franceses Dassault Mirage 2000 com um lote de 12 aeronaves, já aposentados. Sendo assim passando a missão para os Northrop F-5E ( Padrão EM modernizado). Em 2021, espera-se a chegada do caça sueco Gripen NG que é muito mais moderno que os atuais caças em operação.

A partir do ano 2.000 a Base Aérea de Anápolis passou a abrigar também o 2º/6º GAv – Esquadrão Guardião, que opera com os avançados E-99 de alerta aéreo.

Em 2017 o 1º/6º GAv – Esquadrão Carcará foi remanejado de Recife como projeto de renovação da FAB.

Agora é a vez do caça inteligente

O Gripen NG é uma nova dimensão. Não é como trocar um carro velho por um novo. É mudar radicalmente, completamente. É como sair de um carro para um avião. É uma nova geração, são novos conceitos, novas táticas, novas possibilidades.

Anápolis cidade estratégica  e estruturada

A Base Aérea de Anápolis foi a primeira base aérea brasileira planejada e construída especialmente para receber um tipo específico de avião, os caças de fabricação francesa Mirage IIIE/D designados n Força Aérea Brasileira como F-103. A operação desses aviões exigia a construção de um base inteiramente nova e plenamente capacitada a operar aviões supersônicos.

 

Por trás do CIDACTA I a Ala 2 protege Brasília

O sistema é composto por quatro unidades responsáveis pelas áreas de controle aéreo: CINDACTA I – Brasília (Distrito Federal, Goiás, parte do Mato Grosso do Sul e Região Sudeste); CINDACTA II – Curitiba (Região Sul, e partes sul e oeste de São Paulo): CINDACTA III – Recife (Região Nordeste, Parte de Minas Gerais, Parte do Tocantis e área oceânica que separa o Brasil da África e da Europa); CINCACTA IV – Manaus (Região Amazônica).

 

%d blogueiros gostam disto: