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Anápolis é a 54ª cidade mais inteligente do Brasil

Anápolis está entre as 100 cidades mais inteligentes do país, conforme  o ranking Connected Smart Cities 2016, elaborado pela consultoria Urban Systems. O levantamento avaliou a gestão pública das cidades brasileiras, considerando 73 indicadores agrupados em 11 eixos, a partir de vetores sociais, econômicos e tecnológicos que promovem inovação e qualidade de vida entre a população.  A reportagem foi divulgada pela Revista Exame. No estudo, Anápolis ocupa a 54ª posição no ranking nacional. O levantamento analisou as áreas de mobilidade urbana, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, educação, saúde, segurança, empreendorismo, economia e governança.

A inserção de Anápolis nessa lista  é resultado de ações coordenadas em áreas como saúde, educação, mobilidade, habitação, Meio Ambiente, segurança e tecnologia da informação com foco na qualidade de vida e na transformação da cidade num lugar mais humano. Em Anápolis, além da visão tradicional ligada ao uso de Tecnologias da Informação e Comunicação, busca-se incluir aspectos ligados ao cidadão, já que a cidade é feita de pessoas, por pessoas e para pessoas.

O mapeamento realizado para o ranking Connected Smart Cities 2016 visa identificar as cidades com maior potencial de desenvolvimento através de indicadores de inteligência, conexão e sustentabilidade. Para a lista das cidades mais inteligentes, a Urban Systems atribuiu pontuação proporcional a cada tópico. A ordem da classificação não representa necessariamente a quantidade de investimentos nas políticas públicas.

A Urban Systems é uma empresa de inteligência de mercado e soluções de desenvolvimento, no ramo há 17 anos. O Connected Smart Cities 2016 foi elaborado em parceria com a empresa Sator. A matriz de indicadores abrange despesas municipais em cada área, vagas em leitos hospitalares por habitantes, matrículas na rede pública de ensino, nota do Enem, novas empresas, PIB per capta e renda média dos trabalhadores,  entre outros.

O conceito de smart cities, ou cidades inteligentes, se define pelo uso da tecnologia para melhorar a infraestrutura urbana e tornar os centros urbanos mais eficientes e melhores de se viver. A ideia ganhou força nos últimos cinco anos e foi impulsionada pela construção do zero de cidades inteligentes como Songdo, na Coreia do Sul, e Masdar, em Dubai.

Grandes empresas de tecnologia (como a IBM e a Siemens, que criaram departamentos de pesquisa na área), instituições de ensino (como o MIT e seu centro de investigações e protótipos para cidades inteligentes) e governos apostam no conceito.

No setor público, a União Europeia foi uma das pioneiras. Lançou, em 2007, um programa de incentivo para que 70 cidades médias pré-selecionadas invistam em inovações. Capitais como Barcelona ficaram de fora, mas fizeram seus próprios programas. A cidade espanhola está construindo um bairro, o Distrito22@, que, a exemplo das cidades inteligentes orientais, funciona como um laboratório de testes de soluções urbanas.

Em comum, todas essas experiências investem em cinco principais áreas: meio ambiente, mobilidade, interação cidadão-governo, qualidade de vida e economia/pessoas criativas.

 

 

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