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Projeto do Polo de Defesa toma impulso com a criação do Comdefesa-GO

 Anastácios presidente e Wilson Vice-Presidente

Anastácios Apóstolos Dagios, presidente da Acia, e Wilson de Oliveira , vice-presidente da Fieg e presidente de Fieg Regional de Anápolis, assumem o Comitê da Indústria de Defesa e Segurança de Goiás (Comdefesa-GO).

Negócio de R$ 7 bi por ano e milhares de empregos

Passo a passo, Anápolis fortalece o projeto do Polo de Defesa e do Centro de Aquisições do Ministério da Defesa, um negócio de R$ 7 bi por ano, milhares de empregos e substancial aumento da arrecadação do Estado e do Município. O projeto da Acia decolou em 2017 e agora é potencializado pelo ingresso da Fieg. 

Fieg e Acia: tudo pelo Polo Defesa de Anápolis

Na última sexta-feira (26), foi lançado na Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) o Comitê da Indústria de Defesa e Segurança de Goiás (Comdefesa-GO), criado pela Fieg e pela Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA). O objetivo é identificar oportunidades de negócios para as empresas goianas atenderem a demandas de suprimento de diversos tipos de produtos e serviços às Forças Armadas e forças de segurança.
A ideia é criar políticas de incentivo, repassar informações sobre possibilidades futuras de compras governamentais, participar da elaboração de legislação específica aplicada ao setor, preparar as empresas para serem fornecedoras e auxiliar em questões de fornecimento às Forças Armadas. A criação do Comdefesa-GO permitirá desenvolver mecanismos para explorar as oportunidades desse mercado e avaliar a infraestrutura local e regional já instalada, identificando e corrigindo eventuais deficiências.
Uma das estratégias é a criação de um Polo da Indústria de Defesa, local para receber empresas goianas e novas empresas a serem instaladas no espaço. Outra frente de trabalho do grupo será a busca de aprovação junto ao governo de uma política de fomento ao setor, visando à instalação em Goiás do Centro de Aquisições do Ministério da Defesa. As aquisições, em volume anual de R$ 7 bilhões, se feitas em Goiás renderia ao Estado um incremento relevante de ICMS.
De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), as companhias que atuam no mercado de produtos de defesa e segurança geram atualmente aproximadamente 25 mil empregos diretos e 100 mil indiretos, movimentando anualmente mais de US$ 3,7 bilhões, sendo US$ 1,7 bilhão em exportação e US$ 2 bilhões em importação.
Além de armamento e munição, o segmento de defesa é um mercado muito mais amplo, envolvendo, por exemplo: proteção balística e blindagem, aeronaves, viaturas, veículos não tripulados, sistemas de comando e controle, elétricos e eletrônicos, TI e telecomunicações, equipamentos óticos, vigilância, logística, publicidade, consultoria, treinamento, pesquisa e desenvolvimento, vestuário, calçados, etc.
Estudos da Escola Superior de Guerra e do Ministério da Defesa indicam Anápolis como o mais promissor município brasileiro para sediar o polo. Sua localização central no território brasileiro facilitaria o emprego de medidas para neutralizar com eficiência eventuais ações hostis contra a capacidade industrial brasileira. Além disso, a logística privilegiada pelos diversos modais (aéreo e rodoferroviário) proporciona os meios indispensáveis para suprir com agilidade e rapidez petrechos e suprimentos – equipamentos e insumos – para as tropas localizadas em todas as regiões do território nacional e de outros países da América do Sul.
Por outro lado, o desenvolvimento binacional dos componentes das aeronaves militares de combate (Gripen) fabricados pela sueca SAAB (que vão compor a Força Aérea Brasileira em Anápolis) e do Sistema de Mísseis Astros (sediados na Base de Artilharia do Exército, em Formosa) torna Goiás um ponto natural de convergência da Base Industrial de Defesa e Anápolis é a cidade do Estado que reúne as condições mais vantajosas e seguras.
O comitê será composto pelos representantes de 26 sindicatos filiados à Fieg e de mais seis representantes de entidades setoriais ligadas à cadeia produtiva do setor e instituições de ensino e pesquisa. Por indicação do presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, o Comdefesa-GO será liderado por Anastácios Dagios (SICMA e ACIA) e Wilson de Oliveira (Fieg Regional Anápolis e Sindalimentos).

Estratégico para a soberania nacional

O presidente Pedro Alves ressaltou a importância desse projeto para o Estado e sua abrangência para toda cadeia produtiva goiana.atender às necessidades de um setor que é estratégico para a soberania nacional. Ele destacou a importância de se ter na consultoria técnica do Comdefesa o coronel aviador da reserva da Força Aérea, Cícero Ceccato e o coronel da reserva do Exército Brasileiro, Jorge Alberto Copo.

Anápolis no comando Comdefesa-GO

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA), Anastácios Apóstolos Dagios, assumiu a presidência do Comdefesa-Go em solenidade de criação, instalação e posse dos membros conduzida pelo presidente da FIEG, Pedro Alves de Oliveira, na última sexta-feira, dia 26, na sede da entidade, em Goiânia. Além do presidente Anastacios fazem parte da cúpula da instituição o vice-presidente da FIEG e presidente da FIEG Regional de Anápolis, Wilson de Oliveira, que assumiu a vice-presidência do Comitê; representantes de dezenas de sindicatos filiados à Federação das Indústrias do Estado de Goiás e mais cinco representantes de entidades setoriais ligadas à cadeia produtiva do setor.
Agora no comando do Comdefesa-Goiás, Anastácios relembrou a trajetória dos trabalhos em prol do Polo de Defesa de Anápolis e afirmou que o apoio da FIEG é decisivo para a aprovação junto aos governos estadual e federal de uma política de fomento do setor em Goiás. Entre as prioridades está a instalação do Centro de Aquisições do Ministério da Defesa, que tem orçamento anual em torno de R$ 7 bilhões para aquisição, por exemplo de alimentos, equipamentos, roupas e armas. Do alfinete ao foguete. Das peças dos aviões à barra de chocolate dos pilotos. Se as aquisições do Governo Federal forem feitas em Goiás, esse volume de compras renderá ao Estado um incremento relevante de ICMS.  Anastácios Dagios pontuou que desde o início foi muito positivo o apoio do Governo de Goiás ao projeto, com respostas políticas e financeiras.

Bom para Anápolis, para Goiás e para o Brasil

O secretário de desenvolvimento econômico de Goiás e diretor da ACIA, Francisco Gonzaga Pontes, representou o governador Marconi Perillo e destacou a importância estratégica da implantação do Centro de Aquisição, não só para Anápolis, mas para Goiás e para o Brasil. O secretário parabenizou a Associação pela mobilização em favor do Polo de Defesa.

Ministério da Defesa e Abimde referenciam Anápolis

O coronel Luiz Felipe Garcia Fernandes, da Secretaria de Produtos de Defesa, representou o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, e enfatizou que Anápolis é estratégica pela centralidade geográfica e proximidade com a Capital Federal.De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), as companhias que atuam no mercado de produtos de defesa e segurança geram atualmente aproximadamente 25 mil empregos diretos e 100 mil indiretos, movimentando anualmente mais de US$ 3,7 bilhões, sendo US$ 1,7 bilhão em exportação e US$ 2 bilhões em importação. O desenvolvimento dos componentes das caças  Gripen fabricados pela sueca SAAB e do Sistema de Mísseis Astros torna Goiás um ponto natural de convergência da Base Industrial de Defesa. “Por vários referenciais, além da localização estratégica, Anápolis é a cidade do Estado que reúne as condições mais vantajosas e mais seguras” – finalizou o presidente da Abimde. (Divulgação FIEG e ACIA)

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